Avanço do combate ao HIV na África reduz mortes no continente

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RIO – Medidas implantadas por diversos países, como o aumento da circuncisão e do uso do preservativo vem ajudando a conter a epidemia de HIV em todo o continente africano. Segundo relatório da UNAIDS, nos últimos seis anos, o continente reduziu 2/3 do total de mortes em decorrência da doença.

No Malawi, por exemplo, houve uma queda de 73% no número de novas infecções. A África do Sul, com 12% de sua população infectada, a redução foi de 41%. Até a Suazilândia, o país (percentualmente) com o maior número de portadores de HIV no mundo, reduziu o mesmo índice em 37%.

O governo de muitos países também mudaram a sua postura perante a doença, destinando mais esforços e verbas para o combate ao vírus. Em 2011, a África do Sul investiu US$1.9 bilhões de dólares do orçamento público para o programa, e o Quênia e o Togo dobraram os investimentos entre 2008 e 2010.

Apesar do avanço no combate, ainda é preciso aumentar o número de soropositivos medicados. O último relatório da organização revela que, das 15 milhões de pessoas que precisam de tratamento com anti-retrovirais, apenas 6.6 milhões o recebem.

 

Com informações da ONU


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