Dian Fossey: Defensora dos gorilas recebe homenagem no dia em que faria 82 anos

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Foto de Dian Fossey Gorilla Fund International
Foto de Dian Fossey Gorilla Fund International

Por dentro da África 

Rio – Conhecida pelo seu trabalho de conservação com os gorilas das Montanhas Virunga, em Ruanda, a zoóloga e conservacionista Dian Fossey, que faria hoje 82 anos, lançou um alerta ao mundo sobre as atrocidades cometidas contra esses animais, que ainda hoje são caçados. Hoje, ela foi homenageada na página de busca do Google.

Por conta de sua pesquisa e paixão por esses animais em extinção, a estadunidense fundou, em 1967, o Centro de Pesquisa de Karisoke, em Ruanda. Em 1980, ela foi para Inglaterra onde obteve um doutorado em zoologia pela Universidade de Cambridge e, no ano seguinte, retornou ao centro  para continuar o seu trabalho de campo com os gorilas-das-montanhas, uma das duas subespécies de gorila-do-oriente.

Foto de Dian Fossey Gorilla Fund International
Foto de Dian Fossey Gorilla Fund International

Quando Digit (o seu gorila favorito) foi morto para obtenção de suas mãos (com as quais se faz cinzeiros – um mercado assustador que ajudou a levar esses animais para o caminho da extinção), Fossey fez uma campanha contra a caça. Seus discursos, infelizmente, fizeram dela um alvo da violência por parte dos caçadores. Por conta de seu ativismo, em 1985, ela foi assassinada em sua cabana.

Graças ao trabalho de Fossey (que inspirou o filme “A Montanha dos Gorilas”) , a consciência em relação à preservação desses animais aumentou. Apesar de a caça ainda ser uma realidade e de fazer muitas vítimas, principalmente, na República Democrática do Congo, várias organizações  de conservação permanecem em vigilância, inclusive, o The Dian Fossey Gorilla Fund International.

Por dentro da África 


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2 COMENTÁRIOS

  1. É preciso que se conheçam fatos, sobre os quais li, que mostram que o trabalho dela não foi tão beatífico como se diz em geral. Ela protegeu esses enormes macacos inúteis e covardes, mas durante seus 20 anos de presença entre eles consta que umas 15 pessoas dentre os nativos locais foram mortas por esses bichos agressivos e umas 40 foram feridas, fatos devidamente abafados