Documentário retrata a violência que imigrantes africanos sofrem no Brasil

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Rio – A obra “Braços abertos e portas fechadas”, das diretoras brasileiras Fernanda Polacow e Juliana Borges, retrata a vida de imigrantes africanos no Brasil. Para muitos deles, o país que os acolheu é um dos mais racistas do mundo. 


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3 COMENTÁRIOS

  1. Meus antepassados angolanos já estão aqui a uns cento e tal anos, e assino embaixo essa declaração. O pior preconceito não é aquele que se manifesta na cara dura, é o que se manifesta por baixo dos panos, não-assumido, “por brincadeira”, e nisso o Brasil é campeão indiscutivelmente.

  2. Prezados, saudações! Vi o vídeo com atenção e uma série de questões me surgiram. Não posso negar todas as contradições que existem no Brasil mas fiquei com dúvidas. Como não achei na internet nenhum canal que me colocasse em contato com as autoras, enumero aqui, mui respeitosamente, minhas dúvidas com o objetivo de, quem sabe, ser contemplada com boas orientações e respostas.

    1) Quantos angolanos foram entrevistados pelas autoras do vídeo? Como foi feita a coleta de dados? Quanto tempo levou a realização desse vídeo?
    2) Tais angolanos representam uma amostra significativa que define o que pensam todos os angolanos que vivem no Brasil?
    3) Por que o vídeo só mostra a fala de uma pessoa? O músico Badharó? Ele foi eleito o porta-voz de todos os angolanos que residem na comunidade da Maré?
    4) Por que o vídeo só mostra uma esposa, uma família, uma residência?
    5) O que o músico Badharó veio fazer no Brasil?
    6) Se ele é vítima de preconceito pergunto: ele procurou a polícia?
    7) Se o Brasil é o país mais preconceituoso do mundo, por que ele ainda continua vivendo aqui?
    8) O vídeo não mostra outras falas.
    9) O vídeo não mostra dados.

    Tais são as minhas dúvidas e, desde já, agradeço se alguma ajuda surgir. Saudações!

    • Olá, Rita! Você tem questões importantíssimas para serem respondidas e debatidas. Nós, do Por dentro da África, apenas noticiamos o lançamento do documentário, que trata da conexão Brasil-África. As diretoras do documentário são Fernanda Polacow e Juliana Borges. Seria muito bom se elas pudessem responder todas as suas perguntas!