Por dentro da África é um site dedicado ao continente africano com notícias, pesquisas, teses e coberturas exclusivas desenvolvido pela jornalista Natalia da Luz.  O projeto, nascido em 2013, não recebe patrocínio de empresas, governo, tampouco de financiamento coletivo. Ele é absolutamente custeado pela realizadora que concilia o trabalho com outras atividades profissionais.

Ao seu lado, estão colaboradores de mais de 20 países e parceiros que, há anos, estudam o continente africano. O Por dentro da África compartilha informações para que possamos aprender juntos!

Jornalista com especialização em História e Cultura Afrodescendente, Natalia da Luz trabalha como Assistente de Informação Pública nas Nações Unidas. Atuou em veículos como Jornal do Brasil, TV Record, Globo.com e PressTV (TV do Irã). Produziu o documentário ‘Caro Francis’ (sobre a vida de Paulo Francis), que venceu o Júri Popular do Festival de Cinema de Paulínia 2009. Desde 2007, realiza coberturas especiais em países como África do Sul, Moçambique, Suazilândia, Tunísia, Líbia, Togo, Gana, Mali, Etiópia, Angola e Quênia. 

Em março de 2013, lançou Por dentro da África a fim de abordar muitos aspectos das realidades africanas contadas pelos próprios africanos e africanistas, que buscam desconstruir os estereótipos a partir de uma África que tem muitos avanços.

Por conta do seu trabalho em Por dentro da África foi uma dos 12 jornalistas de todo o mundo selecionados para o Governance Reporting Fellowship, da Thomson Reuters Foundation, em Londres, em 2013. Também pelo trabalho desempenhado em Por dentro da África, em outubro de 2015, venceu o Africa Peace Prize-Media Achievement. A jornalista foi a única premiada não africana a ser homenageada durante a Conferência da Paz 2015, em Gana, realizada pelo African Centre for Peace Building

Em 2010, coordenou o projeto de cobertura da Copa do Mundo da África do Sul. No mesmo período, na África do Sul, dirigiu e produziu – em parceria – “The Day After”, documentário licenciado para o Canal Futura e Documentary 24. Em Londres, durante a Olimpíada 2012, produziu uma reportagem (sobre as expectativas do paradesporto na Líbia, após a queda do ex-presidente Muammar al-Gaddafi) indicada ao prêmio Superar 2012. Por conta da mesma reportagem, viajou ao país duas vezes onde foi homenageada pelo então presidente líbio Mohamed Margarief.

Em março de 2013, cobriu o Fórum Social Mundial, na Tunísia. Em 2013, coordenou uma pesquisa sobre Circuncisão Feminina (Mutilação Genital Feminina) em comunidades somalis no Quênia para a produção de monografia, artigos científicos e documentário.  Em agosto de 2014, passou uma temporada em Mbanza-Kongo (Angola) para uma cobertura sobre a história do Reino do Kongo.

natalia em gana

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Ademir Barros dos Santos – Brasil

Pesquisador

Ademir SantosAdemir é ex-mestrando em História Social pela USP, pesquisador em Ciências Sociais e produtor de pesquisas acadêmicas, especialmente sobre as práticas de exclusão e seus efeitos sociais. Estudioso de história e cultura de matriz africana, ele desenvolve, desde 2005, o curso “África – nossa história, nossa gente” como parte da extensão universitária de história, cultura e dispersão da matriz africana e do povo negro pela Universidade de Sorocaba.

Como professor, Ademir, que também é bacharel em Ciências Contábeis, faz intervenções em cursos de Direito e Filosofia para discussões sobre preconceito, racismo e discriminação, além de apresentação do pensamento teológico africano. Com ampla atuação social, ele é membro do Conselho Municipal de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra em Sorocaba, diretor do Centro Cultural Quilombinho, em Sorocaba, e coordenador da Câmara de Preservação Cultural do Núcleo de Cultura Afro-Brasileira da Universidade de Sorocaba (UNISO).

Dentre seus estudos publicados pela UNISO estão: “Um dia da África” (2000), “Religiões – a matriz africana e seus reflexos afro-brasileiros” (2003), “Por que nós?” (2003),  e “Racismo disfarçado” (2007).  Pelo Instituto Darcy Ribeiro, algumas de suas obras publicadas foram: “O negro do Darcy”(2003) e “O negro legal” (2004). Também participou de dos documentários como “A umbanda é mogibá”, “Negros nós”, “Pernada em Sorocaba”. 

Em suas atividades de escritor e poeta, Ademir recebeu vários prêmios como o de: finalista dos concursos Depoesia III  e Depoesia IV (Sorocaba/SP) e foi vencedor do I Concurso Literário ´Meu Conto’ – Projeto Cultural Li Sopmac (Sorocaba/SP). No Por dentro da África, ele compartilha o seu conhecimento com pesquisas, artigos, poesias, Quiz e reflexões sobre esse continente de aprendizado interminável.

Alexandre Nascimento – Brasil e Portugal

 Jornalista

Alexandre Costa Nascimento é jornalista e mestrando em Estudos Africanos pelo Instituto Universitário de Lisboa. É autor do livro “Mais que um Leão por Dia” sobre a experiência de ser o primeiro ciclista brasileiro a cruzar o continente africano pedalando do Cairo à Cidade do Cabo no lendário Tour d’Afrique.

Entre janeiro e maio de 2013, percorreu Egito, Sudão, Etiópia, Quênia, Tanzânia, Malauí, Zâmbia, Zimbábue, Botsuana, Namíbia e África do Sul. É criador e publisher do blog Ir e Vir de Bike, onde escreve sobre mobilidade urbana sustentável, cicloturismo e cicloativismo. Ministrou dezenas de palestras e seminários sobre mobilidade urbana, segurança no trânsito e cicloativismo em fóruns, empresas e universidades no Brasil e no exterior. Entre 2008 e 2013, trabalhou como repórter e editor no jornal Gazeta do Povo (Paraná).

André Carlos Zorzi – Brasil

Jornalista

Admirador e pesquisador do futebol africano, André é formado em Jornalismo pela PUC SP com passagem pelo o Estado de S. Paulo. O seu encantamento pelo futebol da África Subsaariana começou em 2006, quando ele passou a acompanhar os jogos da seleção do Togo na Copa do Mundo da Alemanha.

André produziu conteúdo para o Por Dentro da África nas Copas Africanas de Nações de 2015 (Guiné-Equatorial) e 2017 (Gabão). Durante a Olimpíada-2016, Andre escreveu uma série de arquivos sobre atletas africanos.

Também já elaborou guias virtuais (com 41 páginas sobre a história do torneio e dos jogadores) da Copa Africana de Nações-2015 e da Liga dos Campeões Africana-2014.

Bernardo Alexandre Intipe – Guiné-Bissau

Estudante de Letras

Bernardo Alexandre Intipe nasceu na cidade de Bissau (Guiné-Bissau). Ele escreve contos e poemas destacando aspectos de sua cultura e sociedade. Em 2014, ingressou na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) para cursar Letras e Língua Portuguesa.

Bernardo estudou no Instituto Canzion, onde se formou, em 2012, como baterista. Como colaborador, Bernardo compartilha experiências sobre costumes e a história do seu povo criando personagens com diversas peculiaridades que identificam a essência e a rica identidade do povo guineense.

Bruno Pastre – Brasil

Pesquisador

BrunoBruno Pastre é bacharel e licenciado em História pela UNICAMP e mestrando em Arqueologia da África pela Universidade de São Paulo. Desde 2010 realiza pesquisas sobre a África, com foco na história do Reino do Kongo (nos séculos XVII-XIX) e o uso da arqueologia pelas potências coloniais europeias.

Publicou a monografia “Uma História da Arqueologia na África. Peculiaridades, Conflitos e Desafios da disciplina em Angola”,  com enfoque especial à Mbânza- Kôngo. 

Como estudante e pesquisador, Bruno esteve em diversos países do continente africano como Marrocos, Botsuana, Zimbábue, Moçambique, África do Sul e Suazilândia com roteiro destinado aos locais de relevância histórica como museus, sítios arqueológicos e florestas sagradas. 

Em suas temporadas na África, ele teve a oportunidade de conhecer e entrevistar diversos professores universitários, ex-combatentes de libertação nacional, chefes, sacerdotes, guardiões das tradições locais, reis e, claro, conhecer um pouco da realidade da população local. 

Entre dezembro de 2013 e fevereiro de 2014, Bruno viveu entre o Benim, Togo e Gana pesquisando e participando de comemorações como o Festival do Vodun (realizado em 10 de Janeiro, Ouidah, Benim), e da Festa do Nosso Senhor do Bonfim e o Carnaval Brasileiro (realizado em 18 de Janeiro, Porto-Novo, Benim). Em Por dentro da África, ele dará a sua valiosa contribuição em análises sobre cultura material e os locais de relevância histórica mostrando uma África para além das belezas naturais.

Calido Mango – Guiné-Bissau

Estudante de RI

Nascido em Bissau, capital da Guiné-Bissau, Calido Mango é  membro do corpo diretivo da Associação dos Estudantes e Amigos da África (ASEA),  na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira – UNILAB em São Francisco do Conde e Adjunto responsável das Relações Internacionais da referida associação.

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Em 2012, o guineense participou no curso técnico de Turismo oferecido pela Câmara do Comércio, Indústria, Artesanato e Serviços (CCIAS) da Guiné-Bissau, no âmbito de Projeto de Formação Jovem (PFJ). Em 2013, foi presidente da Comissão Organizadora do IV Grupo de finalistas do liceu Cooperativa Escolar Alternativa na Guiné-Bissau. Em 2016, graduou-se em Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades e dirigiu, como presidente, a Comissão Organizadora da 1ª Turma de Formatura de Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades.

Douglas Oliveira – Brasil

 Diretor de fotografia

Douglas Oliveira é diretor de fotografia com passagens por veículos como TV Globo, TV Record e TV Band. Trabalhou como correspondente no continente africano nos anos de 2009 e 2010 realizando coberturas especiais em muitos países como África do Sul, Moçambique, Lesotho, Zimbábue e Ruanda. Na África do Sul, realizou coberturas como a Copa das Confederações, Eleições Presidenciais Sul-Africanas e Copa do Mundo. 

Durante a Copa do Mundo 2010, Douglas também trabalhou como coordenador de produção e repórter cinematográfico para TV Aparecida, TV Diário e TV Verdes Mares abordando a cultura, história, política e o esporte às vésperas da Copa do Mundo. No mesmo período, dirigiu o Documentário “The Day After” (HDV/15`/2010) sobre a expectativa dos sul-africanos após a Copa do Mundo, licenciado para o Canal Futura e Documentary24. Em 2011, o brasileiro visitou Marrocos para uma série de reportagens para a ESPN Internacional, onde também atuou como operador de câmera da Etapa da World Series of Poker. 

Atualmente, Douglas trabalha como diretor de fotografia em diferentes projetos e como cinegrafista na TV Brasil Central, em Goiânia. Ele foi vencedor do III Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental e vencedor do Melhor vídeo sobre Desenvolvimento Sustentável, gravado nos estados do Acre,  Amazonas e Rondônia.
 Também foi o vencedor do Prêmio Volvo de Jornalismo – Série de reportagens (exibida pela TV Record nacional) sobre a mobilidade da motocicleta e seus efeitos nas grandes cidades.


Elisabete Nascimento – Brasil

Pesquisadora

Elisabete Nascimento

Elisabete Nascimento é Doutora em Ciência da Literatura e Mestre em Semiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, é especialista em História da África e do negro Brasil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, foi membro do Conselho Estadual dos Direitos do negro/CEDINE, membro da Associação de pesquisadores negros/ABPN, atuou como professora e coordenadora do Pré-vestibular para negros e carentes, ex-coordenadora geral da Universidade Candido Mendes e professora dos cursos de Direito, Letras e História.

Atuou por 30 anos como professora e coordenadora na Educação básica. Atualmente é gestora da empresa Casa Tutorial. Cursos e Consultoria. É autora dos livros: Exu no Paço Imperial, Contos Pro(L)ibidos, Diário de Bordo do Almirante Negro, Os sapatos de Té, Ciranda de Meninos. Tece em suas narrativas ficcionais ou não os laços amorosos entre Brasil e África.

Fernando Guelengue – Angola

Jornalista

Fernando é licenciando em Psicologia do Trabalho e das Organizações pelo Instituto Superior Politécnico do Cazenga – ISPOCA. Atua como jornalista, escritor, poeta e consultor de comunicação. É também pesquisador em Ciências Sociais, Psicologia do Trabalho e Direitos Humanos.

O angolano é autor de POBREZA: O Epicentro da Exploração das Crianças em Angola, editado e publicado no Brasil em 2014. Líder de associações desde os 14 anos, sendo um dos protagonistas da democratização de Angola, também trabalha como colunista em jornais privados angolanos e porta-voz da Fogueira Jornalística.

Fernando também trabalhou no jornal Agora e, aos 22 anos, foi o editor mais jovem de um semanário privado. Antes do jornalismo, atuou como professor do primeiro ciclo de ensino secundário.

Gabriel Ambrósio – Angola

Estudante de Letras


Gabriel AmbrósioNascido em Tomboco (Angola), Gabriel Ambrósio, pesquisador de literatura angolana e cultura africana, é estudante de Letras da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Poeta, cronista e escritor, ele utiliza a história e a realidade africana em seu trabalho diário. 

Falante de Kikongo, Kissolonngo, Kimbundu (línguas angolanas) e Fioti (crioulo da Guiné-Bissau), ele participa de diferentes grupos de estudo sobre o período pós-colonial acerca da história e literatura africana, além de ser participante do PROAFRO, programa de estudo Afro-brasileiro.

Gabriel é autor de Africas Ocultas – livro que, segundo ele, ajuda a compreender a África contemporânea e a `desalienar` o povo africano. Na obra, ele fala sobre os dilemas ocultos e a manipulação ocidental.

João Timane – Moçambique

 Artista

João Timane leciona pintura artística para crianças em Moçambique. Participou em várias exposições coletivas e individuais. Algumas de suas obras foram nomeadas para prêmios como “Carras dum grão de mustarda” , em 2014 “ Retratos de mil gotas de sonho”, na Mediateca BCI em Maputo – Moçambique e em 2016 “A pele do capim” na Biblioteca Municipal de Cantanhede-Coimbra em Portugal.

Estudante da Escola Nacional de Artes Visuais em Maputo, João também trabalha como ilustrador de capas para livros como “Vontades de Partir e Outros Desejos”, de Lino Mukurruza; “Política e informação”, de Matias Guente e “Prédio 333” de Helga Languana. Atualmente frequenta o curso de licenciatura em Engenharia Geológica e de Minas na Universidade Wutive.

João N’gola Trindade – Angola

Licenciado em História

João N'gola Trindade

João N’gola Trindade é natural de Luanda (Angola) e licenciando em História pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto (Angola). Ele é colaborador do Jornal Angolano de Artes e Letras e do programa sobre Tradição Oral transmitido pela Rádio Nacional de Angola. 


Em seus textos, o colaborador aborda, em artigos, pesquisas acadêmicas e resenhas de livros, vários temas contemporâneos como sociedade, política, relações internacionais e manifestações religiosas.

Mário Lopes – São Tomé e Príncipe

Promotor de políticas para juventudeMário Lopes

Nascido em São Tomé, Mário Lopes, é um promotor das políticas da juventude africana e lusófona, faz parte de uma geração que acredita e luta para que se possam criar pontes entre povos,nações e as diferentes identidades.

Desde adolescente trabalha com voluntariado, como ferramentas para influenciar que pequenas ações criem grande impactos, seguindo criteriosamente a filosofia ubuntu em tudo que envolve. Por acreditar que as ideias que merecem ser partilhadas são sementes para grande transformações, levou o conceito TEDx para São Tomé, sendo hoje Co­organizador do TEDxSãoTomé, bem como Co­fundador da plataforma STP Digital, uma startup de comunicação digital, que foca entre outras variantes no jornalismo cidadão para obter informações e usa as midias sociais para divulgar e promover o que acontece em São Tomé e Príncipe, bem como o que acontece com os santomenses por todo o mundo.

Naentrem Sanca – Guiné-Bissau

Estudante de Letras

Mário Lopes

Nascida em Bissau, Naentrem Sanca é bacharel em Humanidades e cursa Relação Internacional na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira em São Francisco de Conde (BA). Como estudante no Brasil, ela teve a oportunidade de aprender mais sobre o seu continente visitando quilombos.

Com os estudantes brasileiros, ela tem a chance de compartilhar a história e costumes do seu povo mancanhi (língua falada na Guiné-Bissau, Senegal e Gâmbia). Atualmente, ela se dedica a estudar assuntos e obras com abordagens de gênero e destaca autoras como Ifi Amadiume, Chimamanda e Oyeronke Oyewúmi como suas principais referências.

Nuno Rebocho – Cabo Verde

Pesquisador

Nuno RebochoNuno Rebocho é um poeta das sete partidas do mundo. Nasceu em Portugal (Queluz), viveu em lugares como Moçambique, Marrocos e está atualmente em Cabo Verde. Foi preso político em Portugal por cinco anos durante os quais habitou no Forte de Peniche, na prisão de Caxias e nos calaboiços da PIDE (polícia política) no Porto, porque se opunha ao salazarismo e defendia a independência das colônias portuguesas.


Teve que abandonar os estudos para ganhar o sustento da família e enveredou pela carreira jornalística – imprensa e rádio. Cidadão do mundo, é interventor cultural e foi distinguido como assessor da lusofonia pela ONG Korsang di Melaka. Com vasta obra publicada: poesia – “Breviário de João Crisóstomo”, “Uagudugu, seguido de O Onanista e de um Poema a Lenine”, “Memórias de Paisagem”, “Poemas do Calendário”, “Nau da Índia”, “Cantos Cantábricos”, “Discurso do Método”, “FM Stereo”, “Santo Apollinaire, meu Santo”, “A Arte das Putas”, “Canções Peripatéticas”; ensaio – “18 de Janeiro de 1934”, “A Frente Popular Antifascista em Portugal”; crónica – “Estradivárius”, “Estórias de Gente”: romance – “A Segundo Vida de Djon de Nha Bia”.

Nuno também foi comissário da Bienal de Artes Plásticas de Dubrovnik. Fez, com Júlio Silvão, o documentário sobre Eugênio Tavares, que foi distinguido pela DOC-CPLP. 

Sulemane Alfa Bá – Guiné-Bissau

Estudante de Humanidades e músico

Sulemane Alfa Bá nasceu na Guiné-Bissau e vive na Bahia. Ele é cantor/compositor e graduado em Humanidades, pela Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, campus Malês. Colaborador do Por dentro da África, ele é membro e um dos fundadores do grupo de hip-hop (grupo de pesquisa e de extensão), “Bota a fala”.

O guineense é cadastrado no Diretório do projeto de Pesquisa PIBIC/UNILAB -Richard Rorty, literatura e educação moral: intelectuais e políticas de identidade, na UNILAB – Campus dos Malês. Atuando principalmente no seguinte tema: Representações do Judiciário a partir da Narrativa do Livro Espírito Santo.

Susan de Oliveira – Brasil e Portugal

Pesquisadora

Susan é pós-doutora em Literatura Comparada pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (2015); doutorada em Literatura (2006), mestrado em Literatura (2001) e graduação em geografia (1993), todos pela Universidade Federal de Santa Catarina. 

Ela é  especialista em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa pelo Instituto Camões, Lisboa (2009), professora do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas da UFSC, desde 2009. Possui experiência na área de letras, com ênfase em literatura portuguesa, literaturas africanas de língua portuguesa, estudos pós-coloniais e literatura comparada. 

Os principais temas de interesse e pesquisa são as literaturas africanas, as culturas africanas em África e na diáspora, as literaturas e culturas das periferias com ênfase no rap e formações culturais do hip hop. Coordena o Núcleo de Estudos de Poéticas Musicais e Vocais. Atualmente é docente do Programa de Pós-graduação em Literatura da UFSC.

Ulrich Schiefer – Alemanha, Portugal e Angola

Pesquisador

Desde 1992, Ulrich Schiefer é investigador e professor do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde é diretor do Mestrado em Estudos Africanos. Coordenou projetos de investigação nas áreas: planeamento e avaliação e de desenvolvimento organizacional, cooperação para o desenvolvimento, sociedade civil, desintegração e colapso de sociedades africanas, campos de refugiados, e migrações e segurança alimentar em África. 

Tem vários artigos e livros publicados que podem ser consultados online. Desde 1978 trabalha e investiga em Países de Língua Oficial Portuguesa sendo consultor de várias organizações internacionais. Tem um Mestrado e Doutoramento em Sociologia, Antropologia Social, e Comunicação Social e agregação em Sociologia de Desenvolvimento pela Universidade de Münster, Alemanha e agregação em Sociologia pelo ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa.

Virginia Yunes – Argentina, Brasil e Guiné-Bissau

 Fotógrafa

Virginia Yunes nasceu na Argentina, mas migrou ainda criança para o Brasil. Graduada em Farmácia e Artes Visuais (UDESC), realiza atualmente doutorado em Artes Visuais (UDESC). Sua condição de imigrante despertou seu interesse pela diversidade cultural e étnica. Morou um ano na Amazônia e dois anos em Guiné Bissau e visitou mais de 40 países capturando imagens que revelam a condição humana.

Em seus primeiros ensaios fotográficos com meninos e meninas de rua em situação de vulnerabilidade social, ela começou a definir sua linha de atuação. Transformou sua fotografia num instrumento de comunicação e denúncia.

Virginia trabalhou como fotógrafa para CARITAS, UNICEF e diversas ONGs, organizando diversas exposições nacionais e internacionais. Ela esteve em muitos países africanos como Burundi, Uganda, Senegal, Nigéria, Quênia e Guiné-Bissau.

Com uma arte comprometida e humanística; acredita no poder da arte para sensibilizar, melhorar e transformar olhares e corações.

Veja a página de Virginia aqui http://www.virginiayunes.com/

Washington Santos Nascimento – Brasil

Pesquisador

Washington é Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e professor de história da África da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Sua tese de mestrado foi sobre a Presença Negra na Bahia e o doutorado sobre A História de Angola no século XX.

Conheça os poetas moçambicanos

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