Deslocados em Diffa, no Níger, recebem assistência de organização

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More than 200 families from Nigeria and Chad have reached the town of Toumour, located in east Diffa region, in recent days fleeing violence and hunger in their hometowns. 77 of the families newly arrived in Toumour lived in very poor conditions, without enough food and any good. To alleviate this situation, an MSF team has distributed NFI kits for these 77 families.
More than 200 families from Nigeria and Chad have reached the town of Toumour, located in east Diffa region, in recent days fleeing violence and hunger in their hometowns. 77 of the families newly arrived in Toumour lived in very poor conditions, without enough food and any good. To alleviate this situation, an MSF team has distributed NFI kits for these 77 families.

Com informações da organização Médicos Sem Fronteiras

Ao longo das últimas semanas, mais de 200 famílias vindas da Nigéria e do Chade chegaram à cidade de Toumour, localizada na região leste de Diffa, no Níger. A maioria dos recém-chegados é de mulheres e crianças.

Muitos deles foram abrigados pela população local, também formada em boa parte por deslocados e refugiados. Para aliviar a precariedade, uma equipe da organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) distribuiu kits de itens não-alimentares, com materiais domésticos, lençóis, mosquiteiros e kits de higiene para todas essas famílias.

-Eu venho do Lago Chade, na fronteira entre a Nigéria, o Chade e o Níger. Esperamos muito tempo para sair dali por causa da insegurança; não podíamos sair porque não sabíamos onde o Boko Haram poderia estar. Tivemos a chance de fugir quando eles começaram a lutar entre si – disse Djoumai Tchaiman, de 28 anos.

Novos refugiados continuam chegando

Além dessas 200 famílias, pequenos grupos de refugiados continuam chegando a Toumour. Apesar de muitas organizações de ajuda terem deixado a região depois dos ataques que aconteceram em junho no distrito de Bosso, onde Toumour está localizada, a cidade ainda tem alguns serviços em funcionamento: pontos de água e um centro médico em que o atendimento é grátis para toda a população.

Para os recém-chegados, o principal problema é o acesso a alimentos; apesar de o mercado ter alguns alimentos básicos, os deslocados não têm dinheiro para comprar nada.