Empresas brasileiras contratam refugiadas de programa da ONU

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Refugiadas no Brasil contribuem profissionalmente com suas bagagens intelectual, moral, cultural e acadêmica. Foto: Felipe Abreu/Pacto Global
Refugiadas no Brasil contribuem profissionalmente com suas bagagens intelectual, moral, cultural e acadêmica. Foto: Felipe Abreu/Pacto Global

Com informações da ONU – Leia o artigo completo aqui

O programa “Empoderando Refugiadas”, iniciado em setembro do ano passado, foi encerrado neste mês com um saldo de 30 refugiadas capacitadas e 120 representantes de empresas, consultorias em recursos humanos e entidades de assistência sensibilizados para a contratação dessa mão-de-obra.

A iniciativa é fruto de uma parceria entre Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Rede Brasil do Pacto Global, ONU Mulheres, consultoria Fox Time, Caritas Arquidiocesana de São Paulo e Programa de Apoio para a Recolocação de Refugiados (PARR), com o apoio das empresas Lojas Renner, Itaipu Binacional, Sodexo e do Consulado da Mulher.

O programa foi encerrado durante o encontro “Setor Privado e Refugiados no Brasil: Diálogo e Engajamento”, durante o qual a Sodexo anunciou a abertura de três novas vagas para mulheres nessa condição. A empresa já mantém 20 refugiados e imigrantes entre seus 35 mil funcionários no país.

Para ampliar a empregabilidade de mulheres refugiadas, a Fox Time ofereceu em São Paulo cursos de capacitação e de preparo para o mercado de trabalho brasileiro, assessoria de coaching e ajuda psicológica. Foram realizados, como parte do programa, três workshops.

Nesse período, 11 refugiadas foram encaminhadas para entrevistas em empresas. Seis delas foram empregadas e mais duas conseguiram vagas sem a intermediação dos parceiros do projeto. Uma das refugiadas abriu seu próprio negócio de preparação de pratos da culinária síria, enquanto outra está na mira da Sodexo, que notou sua habilidade para atuar como secretária-executiva.


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