Angola: A hegemonia do basquete feminino

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João N. Trindade, Por dentro da África

No último domingo, na Arena do Kilamba, foi realizada a final da Taça dos Clubes Campeões Africanos sênior feminino, disputada entre as equipas do 1º D’Agosto (o time vencedor) e do Interclube.

Apesar de esta conquista ter sido muito importante, particularmente para a turma do Rio Seco, ela colocou no pódio mais uma vez Angola que, por meio de duas equipes, reafirma a hegemonia do seu basquetebol.

Este feito enche de orgulho os angolanos que sentiram-se feridos no seu ego pela perda do título de campeões continentais em termos de seleções sênior masculino e feminino.

Por esta razão, e tendo em conta o respeito imposto pelas duas equipes finalistas dentro do continente africano, antevia-se uma final entre as duas melhores equipas africanas – o Inter e o D’Agosto – que, nos últimos anos, têm exibido o melhor do basquetebol que se joga em África.

O apuramento das polícias e das militares conseguido respectivamente na sexta-feira da semana finda e no sábado confirmou a «profecia» segundo a qual a final seria disputada entre as duas equipas angolanas.

De fato, os angolanos torciam para que isto viesse acontecer. E de fato aconteceu! Assim sendo, a festa (angolana) começou no sábado depois de ter sido encontrado o segundo finalista (o 1º D’Agosto) que por mérito próprio arrebatou o título detido pela equipe.

Portanto, estão de parabéns as duas equipes que mais vez elevaram ao mais alto nível o nome e a bandeira de nosso país. Sim. Angola orgulha-se por vocês, «meninas».


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