Recife: Cinema Negro é destaque no I Festival Internacional de Cinema de Realizadoras

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fincarDe 06 a 09 de julho, a cidade do Recife recebe a primeira edição do FINCAR – Festival Internacional de Cinema de Realizadoras. A produção da Orquestra Cinema Estúdios e Vilarejo Filmes, viabilizada pelo Governo de Pernambuco através do Funcultura Audiovisual, tem como objetivo fomentar o debate em torno da presença da mulher no cinema, propondo uma investigação do processo criativo audiovisual de realizadoras.

Serão apresentadas 30 obras, entre curtas, médias e longas-metragens, de 19 países, além de rodas de diálogos, debates e cineclube. As sessões acontecem no Cinema São Luiz, no Centro do Recife, e terão seus ingressos comercializados com meia-entrada promocional para todos, no valor de R$ 3.

A programação conta ainda com a Mostra FINCAR-FICINE, realizada em parceria com o Fórum Itinerante de Cinema Negro (FICINE), que promove a exibição de filmes de realizadoras africanas com entrada gratuita, no auditório da Aliança Francesa, Derby.

Além disso, o evento recebe as Rodas de Diálogos “Cinema Negro no Feminino” e “Corpos Femininos no Cinema” no Paço do Frevo. Na roda “Cinema Negro no Feminino”, o Fórum Itinerante de Cinema Negro propõe a reflexão sobre as construções de identidades e subjetividades na diáspora e na África, e a formação qualificada de público para debate sobre o Cinema Negro.

Participantes da Roda de Conversa “Cinema Negro” Janaína Oliveira, pesquisadora e coordenadora FICINE e do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígena do Instituto Federal do Rio de Janeiro. Yasmin Thayná, realizadora (RJ) Juliana Lima, realizadora e integrante da Associação Brasileira de Documentaristas e Associação de Cineastas de Pernambuco (ABD/APECI) Cíntia Lima, atriz e artistas visual (PE).

A roda acontece na quinta-feira 07/07, as 14h no Paço do Frevo, das 14h as 16h30. No sábado, mostra FINCAR – FICINE, curadoria de Janaína Oliveira, com os filmes: Mães (FRA), de Maïmouna Doucouré ­ 21 min Irmã Oyo (COG), de Monique Mbeka Phoba ­ 24 min Raízes (UGA), de Mukundwa Katuliiba ­ 11 min Nossa Estrangeira (BFA), de Sarah Bouyain ­ 82 min + debate com curadora.

Saiba mais sobre o encontro aqui 


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