OMS inicia vacinação de 140 mil deslocados contra a cólera no Sudão do Sul

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Refugiados sudaneses descansam próximo a uma tenda da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Foto: ACNUR Refugiados sudaneses descansam próximo a uma tenda da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Foto: ACNUR
Refugiados sudaneses descansam próximo a uma tenda da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Foto: ACNUR

Rio – A Organização Mundial da Saúde (OMS) começou no último sábado (22) a vacinação contra a cólera de cerca de 140 mil pessoas em campos de refugiados no Sudão do Sul, em colaboração com o governo e parceiros.

As vacinas fazem parte de um estoque de emergência da OMS em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e os Médicos Sem Fronteira (MSF), criado em 2013.

Duas doses da vacina são necessárias para que um indivíduo esteja protegido. A campanha começa com uma rodada inicial de vacinações, seguida por uma segunda rodada após um intervalo de 14 dias.

Apesar de não haver, atualmente, um surto de cólera, os deslocados correm risco devido às precárias condições sanitárias e à superlotação.

Em Minkaman, em Awerial, a vacinação chegará a 94 mil pessoas e a outras 43 mil em Juba.

– O campo de Minkaman, no condado de Awerial, e o campo de Juba foram escolhidos devido à relativa estabilidade da situação e o acesso mais fácil nesses lugares – explicou Abdinasir Abubakar, da equipe de Vigilância e Resposta a Doenças da OMS no país.

– Também estamos olhando para outros campos e, uma vez que a acessibilidade e a segurança melhorem, vamos expandir as campanhas de vacinação contra a cólera para essas áreas. Estaremos revendo a situação dia a dia.

Com informação da ONU


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