Indústria da luta contra o HIV em Moçambique

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A presença brasileira na saúde de Moçambique é reforçada, principalmente, pela sua referência no combate ao HIV. O índice de contaminação no Brasil é de 0,5% da população, enquanto, em Moçambique, os africanos vivem em uma epidemia que fragiliza cerca de 17% de uma nação de 20 milhões de habitantes. O país no sudoeste da África foi o primeiro a abrigar uma fábrica de medicamentos para tratar a doença.

 

Os medicamentos que antes eram fabricados no Brasil e cruzavam o Atlântico, hoje são embalados na capital Maputo, que chega a a uma prevalência de 25% da população infectada. A fabricação dos remédios que compõem o coquetel será iniciada até o final do ano a partir do auxílio do governo brasileiro, que investiu US$ 23 milhões de dólares e da empresa Vale, com participação em US$4,5 milhões.

 

Por conta da ausência de uma política pública eficaz e das barreiras com o desenvolvimento (da lista de 169 da Organização das Nações Unidas, o país tem o 165 pior IDH), menos de 300 mil soropositivos são tratados com antirretrovirais. A fábrica, inaugurada no mês passado, será a primeira de caráter público que funcionará em grande escala.

 

Por dentro da África


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